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Posts Tagged ‘Madonna’

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Eu não sei, mas não gosto muito quando a referência vai além da conta e fica evidente no resultado. Como esta campanha de inverno da Arezzo. A lembrança das fotos de Madonna por Steven Klein são evidentes. No mundo contemporâneo, o primeiro passo da criação passa obrigatoriamente pelas referências, a etapa de pesquisa. Porque já sabemos, nada se cria do nada. Temos um tema e com alguma idéia já pré-estabelecida do que vamos querer comunicar, começamos a pesquisa de referências. Com ela, podemos ver diversas maneiras de se dizer o que pretende, lapidar a idéia, e não cair na simplicidade de apenas um resultado. Ao longo da pesquisa, vamos reformatando a idéia e no final, temos um híbrido de informações, que recombinadas, dão origem à uma nova criação. Daí entra o talento do designer em recompor uma idéia, uma linguagem, combinando referências e o próprio repertório. Mas neste caso da Arezzo, a fonte é evidente, nada de novo é apresentado. Uma pena.

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Ontem finalmente pude ver Madonna, no estádio do Morumbi, na STICKY & SWEET TOUR. Depois de meses de espera e de semanas tentando comprar o ingresso, chegou o dia. Conseguimos, depois de muita tentativa, comprar os ingressos na pista Vip. Madonna começou cantando na minha adolescência, e como não pude vê-la na The Girlie Show, esta seria uma oportunidade de conhecer o trabalho da pop star de perto, que há tanto tempo não deixa a peteca cair!!

Quando chegamos ao estádio, tudo ia bem. Pegamos pouco trânsito, não havia filas no acesso à pista Vip, apenas algumas pessoas sentadas já no corredor, (acho que pro show de domingo)! Entramos e a visão foi espetacular. Vimos o palco de perto, com mil tecnologias, telões, luzes, caixas de som incrivelmente pequenas. E dois Ms gigantes ao lado. Cervejinhas de fácil acesso, algumas globais à frente, camarote da Renner, tudo era lindo. Até que começou a apresentação do Paul Oakenfold (dj cafona demais) e percebemos que não veríamos nada! O palco era muito baixo, visivelmente projetado para apresentações em arenas americanas, daquelas de jogo de basquete. Tentei aproveitar o que pude, mas as pessoas que ficavam andando sem parar e os caras com isopor de cerveja tampando a tão pouca visão que já tínhamos e o pior:  a constatação de que paguei muito (R$ 600 + R$ 120 de taxa) por uma droga de lugar me irritou a noite toda. Se soubesse, teria ido para pista ou arquibancada, onde meus amigos visivelmente se divertiram  mais. Nota zero para a produção, que não se preocupou com o público.

No mais, Madonna é fantástica. Cheia de energia, não parou um momento sequer. O show é lindo, impecável, tem passagens emocionantes, como uma música cigana com violões e violino e uma dança das saias. Bem, agora me resta ver melhor o show quando o dvd da tournê chegar as lojas.

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Fonte: <http://feeds.feedburner.com/~r/MundoGump/~3/395240305/>
Texto de Philip Kling David, psicólogo e artista gráfico

A moda de transformar animais em casacos é do século XIX. Os vestidos de festa cobriam pouco o corpo das mulheres e eram fracos para enfrentar o inverno europeu. Para cobrir os ombros, as senhoras da sociedade começaram a usar peles macias de animais como raposas, martas, lebres, chinchilas e visons. As peles eram reluzentes e combinavam com o estilo de tecidos nobres usados naquele tempo. O hábito de usar peles se consagrou no século XX, que provocou uma devastação sem precedentes, com muitos animais, entre eles filhotes, sendo mortos até a quase extinção.
Pensando nisso, resolvi fazer uma pequena referência gráfica do que é UM CASACO DE PELE 7/8 (até o joelho). Cada uma dessas imagens lotadas de animais equivale a quantidade necessária -segundo tabelas internacionais – de animais para fazer apenas um único casaco..

Raposa

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Entre 24 e 30 raposas são assassinadas para fazer um casaco como este:
Radio City Music Hall

Vison

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Entre 65 e 70 visons são usados para um único casaco de pele. Vison é o bichinho preferido da Iris Bruzzi.

Foca

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Entre 10 e 12 Filhotes de foca que nem desmamaram ainda são usados para cobrir celebridades descartáveis e fúteis, como Jennifer Lopez:

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Lontra

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Um casaco de lontra consome entre 30 e 40 animais para decorar Paris Hilton.

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Coelho

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Já um casaco de pele de lebre ou coelho, mata cerca de 40 a 50 animais.Celebridades bizarras que surgem da noite para o dia adoram tirar onda com casacões de pele. Essas pessoas acreditam que usando peles de animais elas parecerão mais bonitas, mais finas, mais elegantes e chiques. A foto abaixo desmente esta ilusão.

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Chinchila

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O casaco de chinchila consome cerca de 200 animais. São duzentos bichinhos a menos só para enfeitar pela-sacos como o rapper 50 cent. (que não vale nem metade disso) .

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Marta

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O casaco de pele de marta é um dos mais valiosos e extermina 60 animais por peça. Pessoas com conteúdo duvidoso acreditam que caprichando na embalagem terão mais chances. Abaixo vemos a Gisele Bunchen desfilando ao custo de um milhão de dólares os casacos feitos com peles de animais. Questionada sobre sua atitude, ela disse que não via nada de mais!

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Esquilos

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A matança mais sinistra é a dos esquilos. São 400 e poucos deles para um único casaco. Agora eu entendo porque o casaco de pele é tão caro. Mas entendo ainda mais por que o show da Madonna custa 600 pratas o ingresso. É pra Madonna poder comprar casacos de pele.

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Pense nisso. Enquanto houver quem pague, esses animais continuarão morrendo.

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