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Posts Tagged ‘design’

Este final de semana, acabei dando uma passada na Fnac. Bom, sempre que isso acontece, acabo comprando um livro… Mas, encaremos os livros como um investimento à nossa inteligência (se for um livro bom, claro)!
Ufa, tive sorte, o livro é incrível! E recomendo para todos os designers ou envolvidos no processo criativo voltado ao mercado. Ele trás uma ótima reflexão sobre o mundo dos produtos e nossa relação com os objetos que nos rodeiam. E isso inclui a Apple, claro, que anda lançando tanta coisa e sucateando nossas maquininhas tão rapidamente… Dá um espia! O escritor, Deyan Sudjic é diretor do Design Museum de Londres e tem várias publicações.

Autor: SUDJIC, DEYAN
Tradutor: SILVA, ADALGISA CAMPOS DA
Editora: INTRINSECA
Assunto: DESIGN INDUSTRIAL E GRÁFICO

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Geralmente, não leio e-mails deste tipo, mas este sob o assunto de Arte Visual me chamou a atenção. Que tristeza….

O e-mail promete a solução visual para você e a sua empresa. Confira o que estas pessoas andam fazendo com a nossa profissão, nós, os verdadeiros designers, que estudam a todo o momento, pesquisam, visitam exposições, assistem filmes, fotografam, construindo um repertório digno de um profissional da área:

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Socorro! Cuenda para este logo…. Estes elementos sem razão de ser, todos misturados, estas milhares de fonte, enfim… Este cara faz Poluição Visual. Faça me o favor!!!

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E estes então? É de chorar…. Aí está alguém que aprende um programa vetorial e sai metendo clipart em tudo… O mais triste é saber que nossos contratantes possuem tanta informação visual quanto este chapa aí. E o que acontece? Os palhaços que fazem estas porcarias cobram um valor ridículo. E a gente precisa concorrer com estes fanfarrões….

Estou indignada.

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Cartaz Rico!

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Neste sábado, participei de uma oficina de cartaz no ateliê do designer Rico Lins. A oficina começou com a leitura das manchetes dos jornais do dia e das capas das revistas semanais. A partir daí, escolhemos um tema e começamos. O meu, foi sobre a 28ª Bienal de São Paulo e o grande vazio atual desta edição e da instituição. Não podíamos utilizar computador, apenas tinta, xerox, fotos de revistas, tesoura, cola. Foi uma experiência enriquecedora.

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Este cartaz surgiu de uma brincadeira com o logo da bienal nesta edição. A curadoria de Ivo Mesquita e Ana Paula Cohen pretenderam com o andar vazio, provocar a reflexão sobre a instituição, sua vocação e a crise financeira. Até 1962, a Bienal foi ligada ao MAC e formou o acervo do museu. Também servia para colocar São Paulo no roteiro das artes e mostrar o que novo estava sendo feito. Após 62, houve o rompimento com o MAC e é criada a Fundação Bienal. E o evento adota os moldes da Bienal de Veneza, convidando os países a participarem. Em 1980,  repensou-se o evento e iniciou-se a fase curatorial e as questões temáticas. No ponto de vista de Ivo Mesquita, este tipo de forma expositiva não funciona, uma vez que para ele é impossível reunir 150 obras contemporâneas sobre o mesmo tema. E cita a Bienal do Mercosul, como mais um motivo para se pensar a instituição. Sim, pensar a instituição é necessessário e urgente, mas o que se vê ao visitar a 28ª Bienal não provoca reflexões positivas. Mais produtivo teria sido convocar o público a participar do andar vazio com atividades e ações que possibilitassem a discussão.

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Nico & Olivia

Uma sonequinha a dois.
Estive este final de semana em Buenos Aires. Na verdade, tenho um gato muito fofo, o Nico e achei que ele ficaria mais feliz com uma companhia. Então, fui buscar Olívia em Buenos Aires, porque os gatis no Brasil estão quase todos infectados. Bom, venderam-me o Nico como se fosse de raça e ele veio muito doente. Então aproveitei a ida até lá para curtir um pouco, fiquei no bairro de Palermo Viejo. É muito legal ver o bairro cheio de lojas bacanas de novos designers. Parece que existe uma outra condição, para que estes estilistas consigam se manter e produzir. Coisa impossível de se ver hoje em dia no Brasil. Um bairro em São Paulo que poderia ser nossa Palermo é a Vila Madalena, há designers interessantes por lá, mas não com o mesmo fôlego que se vê em Buenos Aires. As coleções de inverno não estavam muito criativas, via-se mais o comercial mesmo, mas visitei uma loja e me surpreendi, a Nadine Zlotogora. A mistura de materiais é inusitada e a modelagem, perfeita! Conheça mais aqui. Ps: Nico e Olívia estão apaixonados!!!

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