Houve um tempo em que era muito bacana receber um catálogo em casa, porque além de serem publicações especiais, com design interessante, papel especial, impressão diferenciada, poucas empresas produziam este tipo de material, por ser algo caro mesmo. Hoje, a produção gráfica continua cara, então, procura-se produzir formatos baratos. Então, resumindo, nunca recebi tanta coisa sem graça. E mesmo quando se opta por algo mais caro, a pergunta que me vem é: por que gastar tanto com algo que perde rápido sua utilidade? Uma espiada e pronto: ou vai pro lixo, ou fica guardado, juntando poeira. Em tempos de consumo consciente, acho que esta mídia deveria ser repensada. Ser produzida somente quando se tem algo a dizer. E quando poderemos utilizar a publicação para outras coisas: um catálogo que vira bloco de anotação, ou um móbile, luminária, etc. Além de não ficarmos com a sensação de estarmos poluindo o mundo, nos surpreenderemos com o que chamo de criatividade utilitária.





Ana! Nem me fale, toda vez que vou acompanhar um trabalho em gráfica, me dá um mal estar de ver aquele monte de papel indo “pro lixo” só pra ajustar a máquina e para acertar a bendita cor!!! Sempre pergunto o destino desse papel, e o pessoal da gráfica diz que vai pra reciclagem, espero que seja verdade!!!